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A importância da Educação Infantil

A importância da Educação Infantil

A Educação Infantil abrange o período de vida da criança até os 6 anos, fase fundamental e determinante para o seu desenvolvimento em vários aspectos. É na infância que os pequenos começam a socializar, a conhecer o mundo, a entender diferenças e dão início ao processo de aprendizagem.

O Ensino Infantil desempenha um papel de extrema relevância, pois depois da família a escola é o ambiente social mais importante das crianças, onde se relacionam com outras crianças e adultos, são estimulados e têm o seu interesse despertado – ou, na via contrária, se ressentem e criam uma barreira que afetará seus futuros passos na vida escolar.

No Brasil, a lei determina que todas as crianças até os 6 anos devem ter acesso a essa etapa da Educação Básica, sem distinção. Mesmo assim, ainda há pais que relutam em acreditar no papel da escola durante essa fase ou que veem as creches e pré-escolas apenas como um local para cuidar das crianças.

Estudos comprovam que o acesso à Educação Infantil realmente pode guiar o futuro educacional dos jovens, tendo consequências em suas vidas pessoais e profissionais. Muitos especialistas defendem, inclusive, que ela pode ser ainda mais importante do que o Ensino Superior, porque esse primeiro contato é determinante para a relação que a criança vai estabelecer com a escola, o conhecimento e o aprendizado. Se não for uma experiência prazerosa, é grande a chance da criança se desinteressar e até criar uma aversão.

A importância do brincar

educação infantil

O brincar não só é permitido como é incentivado na Educação Infantil, não porque é uma forma da criança passar o tempo e se distrair, mas sim porque é através do brincar que os pequenos aprendem.

Crianças pequenas não tem a mesma capacidade de concentração de crianças maiores e por isso mesmo é necessário utilizar recursos lúdicos para despertar seu interesse e transmitir conceitos, informações, habilidades e conhecimentos de forma geral.

No brincar também se aprende, possibilitando o desenvolvimento global dos alunos. Quebra-cabeças, massinha e jogos de encaixe, por exemplo, trabalham a motricidade fina, enquanto pular, correr, fazer dança das cadeiras e subir alguns degraus no pátio desenvolvem a motricidade ampla.

Os jogos de encaixe também trabalham a percepção dos pequenos alunos. Dominós e jogos da memória desenvolvem memória e observação. Já o esconde-esconde trabalha as capacidades cognitivas e a elaboração de estratégias. Os jogos coletivos possibilitam aumentar as capacidades linguísticas, o senso moral e as interações sociais.

As amizades feitas no cotidiano e durante as brincadeiras desenvolvem os campos afetivo e emocional, ajudando a garantir o bem-estar social e psicológico da criança. Os desafios diários, tanto ao completar tarefas e atividades quanto na convivência com o outro ajudam a formar um cidadão mais consciente, tolerante, resiliente, autoconfiante e feliz.

Tudo isso mostra a importância da Educação Infantil alicerçada no brincar, oferecendo os estímulos corretos para que as crianças se desenvolvam de forma ampla e atinjam todo o seu potencial.

Principais dúvidas

É normal que os pais tenham inúmeras dúvidas sobre Educação Infantil. Por isso, veja algumas respostas para as principais questões que geram ansiedade nos pais:

1. Quando devo matricular meu filho no Ensino Infantil?

Não há uma idade ideal, essa decisão vai depender de diversos fatores, como necessidades familiares (pais trabalham fora), tempo da criança e dos pais e visão familiar da questão. Entretanto, recomenda-se que a criança comece a frequentar a Educação Infantil por volta dos 2 anos de idade, no máximo 3, quando já está começando a desenvolver independência e pode se beneficiar de forma mais ampla do convívio com outras crianças.

Os pais podem colocar os pequenos na escola antes disso, se quiserem, sem causar nenhum dano aos seus filhos. A partir dos 4 anos a criança precisa estar matriculada no Ensino Infantil, segundo as leis brasileiras.

2. Colocar a criança na escola muito cedo é bom ou ruim?

Colocar a criança com poucos meses de vida na escola não é ruim para ela e pode ser a única saída para os pais. Desde pequena ela irá se acostumar ao convívio com outras pessoas e trabalhar sua independência. A partir dos 2 anos a escola traz muitos benefícios para os pequenos, sendo decisiva para o seu desenvolvimento. O que é prejudicial aos filhos é a falta de contato com os pais, pois a escola nunca substitui o papel da família.

3. O que meu filho vai aprender durante a Educação Infantil?

Até os 6 anos não se espera que a criança esteja alfabetizada, ela pode aprender letras e números, reconhecer objetos, aprender o convívio social, entre outros. As atividades lúdicas são mais voltadas para o desenvolvimento de habilidades motoras, sociais, emocionais, afetivas e cognitivas.

4. Como o Ensino Infantil pode afetar meu filho?

O ensino Infantil é fundamental para criar na criança os alicerces do conhecimento e da aprendizagem, incentivando a curiosidade e o gosto por descobrir coisas novas. Essa é a fase em que a criança vai descobrir se sente prazer em estudar e ir à escola, definindo sua futura vida escolar.

5. Quais são as principais características de uma Educação Infantil de qualidade?

Nem sempre o valor da mensalidade indica qualidade. É importante buscar uma escola voltada para estimular os pequenos através de recursos lúdicos, com professores qualificados e salas reduzidas. O ambiente precisa ser acolhedor, limpo, seguro e estimulante, fazendo com que a criança se sinta livre para aprender, brincar, sonhar e trocar experiências. O projeto pedagógico precisa ser bem definido e adequado às diferentes faixas etárias.

6. Como escolher a escola certa?

Muitos fatores podem influenciar na escolha da escola, como distância, mensalidade, custos extras (transporte, passeios) e segurança. É fundamental avaliar se os valores e o projeto pedagógico da escola se encaixam no que os pais buscam e acreditam. Fazer uma visita inicial e depois retornar acompanhado do filho é uma boa forma de avaliar se a instituição atende os requisitos que você procura e se agrada também a criança. Conversar com outros pais e alunos também pode ajudar na hora de fazer essa escolha.

 

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