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Afogamento secundário – Entenda como identificar e também prestar o socorro devido!

Afogamento secundário – Entenda como identificar e também prestar o socorro devido!

 

Por acaso você já ouviu falar sobre afogamento secundário? Pois saiba que é muito importante que as mamães dediquem cuidados bastante essenciais, principalmente com a chegada do final de ano,  que é justamente quando os pequenos querem aproveitar os dias de calor na piscina!

Esse problema pode acontecer quando uma criança já possui alguma condição prévia, como por exemplo, uma doença respiratória. O que ocorre é que o pequeno pode acabar aspirando uma boa quantidade de água e o resultado pode acarretar um afogamento – pode ser até mesmo que a criança tenha ficado pouco tempo submersa e somente manifestar sintomas depois de algumas horas.

Para tanto, é fundamental que os pais estejam sempre alertas, pois o problema de fato pode acontecer em qualquer momento, sem anuncio prévio.

Para que você saiba de fato como proceder e assim evitar que seu filho ou filha passe por tal situação, continue conferindo o conteúdo desse artigo a seguir e garanta os cuidados necessários sempre!

Afogamento secundário – como saber que meu filho ou filha pode ter passado por isso?

Se por acaso os pais perceberem que a criança, ainda imersa na água, começa a tossir ou até mesmo apresenta outros tipos de dificuldades como manter a respiração regular e sente o peito dolorido fique de olho – pode ser que ele tenha sofrido o afogamento secundário.

Na realidade tais sintomas não precisam necessariamente ocorrer enquanto a criança está na piscina – é possível que eles se manifestem somente depois de algumas horas e isso pode depender do volume de água que eventualmente foi ingerido pela criança.

Há casos que a criança pode chegar a perder a consciência! Se você oportunamente desconfiar de algo, não hesite em procurar prontamente uma unidade de pronto-atendimento.

Por meio de uma analise médica mais minuciosa e também exames, o especialista da área da saúde poder certificar se o quadro apresentado realmente se refere ao afogamento secundário.

É importante também destacar que esse problema se refere de uma consequência de questões anteriores, como por exemplo, convulsões, problemas no pulmão ou coração, determinados traumas e até mesmo por conta do consumo de bebida alcoólica ou drogas – justamente por esse motivo pode ser um fator bastante recorrente em adultos também.

Se por ventura seu filho ou filha, em algum memento, demonstrar alguns dos aspectos acima, é essencial que você se antecipe e converse com o médico pediatra – dessa maneira você poderá certificar se a criança está exposta a riscos mais relevantes quando for nadar

!afogamento secundário

Sabendo diferenciar o afogamento comum do afogamento secundário

É de suma importância que uma boa parcela das pessoas tende a usar o termo relacionado a afogamento secundário para se referir a um determinado afogamento que tenha ocorrido algumas horas depois do contato direto com a água – mas, na verdade não se deve levar tudo ao pé da letra.

De acordo com instruções oficiais do Sobrasa – Sociedade Brasileira de Afogamento Aquático – o afogamento secundário consiste a um tipo de processo que pode ser provocado por algumas patologias que acabem precipitando a ocorrência de afogamento – conforme já relacionamos anteriormente.

O que muitos acreditam ser de fato afogamento secundário na realidade acaba sendo o afogamento normal – que é justamente quando a aspiração de líquidos de caráter não corporal por conta de uma submersão ou imersão em uma piscina, por exemplo – essa percepção é confirmada pela OMS (Organização Mundial da Saúde).

Para tanto, esse momento pode ocorrer quando a criança em questão começa a se afogar, é tirada de forma brusca da água, mas mantém o pulmão ainda tomado por água – e é aí que surgem os sintomas de tosse, falta de ar, fadiga e até mesmo dores na região do tórax mesmo depois de algumas horas do ocorrido.

Como as crianças pequenas não sabem contar exatamente os tipos de sintomas que eventualmente possam estar sentindo, é fundamental que os pais ou responsáveis no momento fiquem bem alertas em qualquer situação que os pequenos acabem vivenciando esse tipo de acidente na água – por mais que pareça apenas um susto, é melhor não arriscar, certo?

 

Como você pode tratar o afogamento secundário?

Como a condição se refere ao acumulo de água nos pulmões, é necessário que o próprio médico realize um monitoramento acerca do nível de oxigênio da criança.

Por mais que não seja necessário uso de medicamentos, é comum que o especialista solicite a internação da criança para poder acompanhar o quadro, bem como aderir ao uso de um tubo de oxigênio para permitir uma respiração mais facilitada.

Ainda no local que ocorreu o acidente, os primeiros procedimentos precisam ser tomados – como retirar a roupa molhada, procurar meio de fazer a sua temperatura corporal se elevar e também iniciar o processo de respiração boca a boca. – isso é primordial quando se trata de afogamento secundário!

 

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