Estimulação Psicomotora

“Estimulação Psicomotora”

Você sabe o que é estimulação psicomotora e o que ela pode proporcionar para o seu filho? Se ainda não, saiba que em um ambiente escolar existem diversas atividades que procuram desenvolver a motricidade de crianças, existindo a visão ao conhecimento e domínio que elas apresentam do seu próprio corpo.  

Na busca de uma escola que apresentasse uma proposta pedagógica com estimulação psicomotora para o meu filho, percebi que a escola Building apresenta um aprendizado muito bem orientado, com brincadeiras e situações capazes de promover o desenvolvimento das crianças que ali estavam, e de uma forma que elas poderiam se socializar em um ambiente de muita segurança.

Como mãe, pude perceber que através de atividades individuais e coletivas que eram realizadas na escola, as aulas de estimulação psicomotora apresentadas estimulavam o sistema neuromuscular das crianças, o que permitia a observação e a avaliação do desenvolvimento delas.

Dessa forma, tinha encontrado um excelente ambiente escolar que poderia garantir o desenvolvimento em relação ao movimento e a consciência do meu filho, em que as aulas aconteciam com diversos recursos materiais.

A importância da estimulação psicomotora na Building Escola

Na Building Escola percebi que a estrutura da estimulação psicomotora é uma base fundamental para o processo intelectivo e de aprendizagem das crianças.

O desenvolvimento procura evoluir de maneira geral para o específico quando as crianças apresentam dificuldades de aprendizagem, em que a maioria dos problemas encontrados são sempre no nível do desenvolvimento psicomotor.

Dessa forma, nesse processo de aprendizagem, pude notar que os elementos básicos de psicomotricidade eram usados com frequência, pois existem:

  • O desenvolvimento do esquema corporal;
  • A estrutura espacial;
  • A lateralidade.
  • Uma orientação temporal e pré-escrita, entre outros fatores que são fundamentais para as crianças que se encontravam na escola.

Nesse ambiente escolar, me deparei com aulas bastante interessantes, como:

  • Ballet

No Ballet notei que essa era uma modalidade com diversas formas para trabalhar a dança na escola, onde havia interação e expressão tanto de maneira individual quanto coletiva em que as crianças exercitavam a atenção, a colaboração, a percepção e a solidariedade.

Percebi que o ballet no ambiente escolar era como uma atividade lúdica que proporcionava autoconhecimento, o conhecimento do outro, a expressão e a comunicação por meio de diálogos corporais e verbais, onde as aulas extracurriculares ocorriam no próprio ambiente escolar, sendo um excelente espetáculo anual para nós que somos família dos alunos.

  • Judô

Já na prática do judô, notei a influência em relação aos aspectos motores, cognitivos e afetivos das crianças, os quais ajudam no desenvolvimento da coordenação motora, equilíbrio, lateralidade, concentração, disciplina, respeito, amizade e paciência.

Nessas influências positivas, elas promoviam o desenvolvimento de uma forma global das crianças, e por isso, achei interessante o judô fazer se encontrar nesse ambiente escolar como aulas extracurriculares.

  • Circo

Quanto ao circo, percebi nele como uma manifestação cultural, onde os alunos eram instigados pela novidade, desafiados e se divertiam através de atividades lúdicas, onde se incluía o malabarismo, equilibrismo, equipamentos aéreos, entre outros.

Isso fazia com que as crianças no ambiente escolar, procuravam desenvolver os seus aspectos motores, cognitivos e sócio afetivos, sendo aulas também extracurriculares.

Sendo assim, fui podendo observar na escola que os movimentos das crianças articulavam toda a sua afetividade, os seus desejos e as suas possibilidades de se comunicarem, onde a estimulação psicomotora era usada para a correção de alguma debilidade, dificuldade ou deficiência quando a criança ainda se encontrava em formação.

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Na estimulação motora que pude observar no ambiente escolar, havia uma estimulação dos movimentos das crianças, onde se tinha como meta diversos fatores, como:

  • As crianças eram motivadas quanto a sua capacidade sensitiva por meio das sensações e das relações entre o seu corpo e o exterior.
  • Cultivavam a capacidade perceptiva por meio do conhecimento dos movimentos e da sua resposta corporal.
  • Organizavam a capacidade dos movimentos representados ou expressos por meio de símbolos, sinais e do uso de objetos reais e até mesmo imaginários.
  • Faziam com que as crianças podiam descobrir e expressar as suas capacidades por meio de ações criativas e da expressão das suas emoções.
  • Ampliavam e valorizavam a sua identidade própria, além da sua autoestima dentro de um grupo.
  • Criavam segurança e se expressavam de várias formas como sendo um ser único, valioso e exclusivo.
  • E criavam a consciência e um respeito com a presença e o espaço dos outros.

Dessa forma, fui percebendo que na primeira infância existe uma correlação forte entre os desenvolvimentos motores e intelectuais, o que é muito importante para a estimulação do desenho infantil e que irá contribuir muito para o desenvolvimento das crianças, além da construção da sua aprendizagem e da sua linguagem.

Como mãe, achei que ao notar tudo isso, o ideal seria que todas as crianças pudessem ter desde cedo certo contato com o papel e lápis para poderem começar os rabiscos, onde logo iriam estar desenhando formas que seriam mais reconhecíveis.

Por isso, em uma Educação Infantil, observei que quanto mais as crianças desenhavam, mais elas se aperfeiçoavam e mais benefícios eu notava no desenvolvimento, em que o desenho tornava mais fácil e evoluía as crianças em diversos aspectos, como:

  • Na estimulação psicomotora fina;
  • Na aprendizagem, como a escrita e a leitura;
  • Na confiança que tinham em si mesmas;
  • Na exteriorização das suas emoções, sensações e sentimentos;
  • Na comunicação com os outros e consigo mesmas.
  • Na criatividade e na formação das suas personalidades;
  • E, por fim, na maturidade psicológica.

E dessa forma, fui percebendo que a estimulação psicomotora ajudava de forma bastante expressiva na formação e na estruturação corporal com o objetivo principal de incentivar a prática dos movimentos em todas as etapas da vida das crianças naquele ambiente escolar.

Através de atividades, as crianças se divertiam, criavam, interpretavam e se relacionavam com o mundo que viviam e, por isso, cada vez mais os educadores recomendavam jogos e brincadeiras para ocuparem um lugar de destaque no programa escolar da educação infantil.

Na escola fui notando que alguns exemplos de atividades físicas eram mais os de caráter recreativo, pois favoreciam:

  • A consolidação de hábitos;
  • O desenvolvimento mental e corporal;
  • A melhoria da aptidão física;
  • A socialização;
  • A criatividade, e muito mais.

Dessa forma, eles possuíam a visão da formação da personalidade da criança, em que propunham exercícios psicomotores, como:

  • Rolar;
  • Engatinhar;
  • Balançar;
  • Dar cambalhotas;
  • Se equilibrar em um pé só;
  • Andar para os lados;
  • Equilibrar e caminhar sobre uma linha no chão;
  • Usar materiais variados;
  • Realizar passeios ao ar livre, e muito mais.

Com isso, já dentro das atividades que envolviam a coordenação motora fina, lateralidade e a noção espacial na intenção de desenvolver a capacidade de poder ter uma representação escrita do nome, nessas atividades percebi que a escola usava:

  • Jogos do alinhavo;
  • Circuitos em forma de círculos ou então em outras formas geométricas que eram marcados com fitas ou giz branco no chão, pois assim as crianças podiam perceber qual era a delimitação do espaço;
  • Circuitos mais complexos, onde usavam cordas, garrafas e quaisquer outros materiais que se encontravam disponíveis na escola;
  • Desenhos de linhas curvas no chão para poderem testar a rapidez das crianças, delimitando os caminhos por onde elas deveriam passar sem sair fora;
  • Brincadeiras, como a batata quente, a qual as crianças passavam um objeto que tinham nas mãos, o que trabalhava a lateralidade como a atenção por meio da musicalização;
  • Cantavam músicas, como aquelas das vogais, em que as crianças aos poucos iam assimilando os conteúdos trabalhados.

A estimulação psicomotora no ambiente escolar

Na fase escolar, como mãe, entendo que a estimulação psicomotora na educação infantil ou no ambiente escolar garantiam o estímulo à prática dos movimentos das crianças de diversas idades.

Esses estímulos eram normalmente propostos por meio de atividades de psicomotricidade, onde as atividades atuavam de forma direta no processo do aprendizado e no desenvolvimento psicológico, cognitivo e motor.

Todas as atividades propostas que fui percebendo se referiam a uma questão bem mais ampla do que apenas brincar, onde por meio de projetos mais específicos, as crianças aprendiam desde cedo a se relacionarem com outras pessoas nos espaços de convivência.

Por isso, achei importante falar, como mãe, que as atividades propostas pelos educadores da escola possuíam um cunho mais lúdico e divertido, o que garantiam maior interesse nas crianças, pois os educadores refletiam sobre como trabalhar os conhecimentos adquiridos junto com as técnicas de estimulação psicomotora na educação infantil.

Dessa forma, uma vez que as crianças descobriam as suas limitações e possibilidades dentro de um processo mais natural de aprendizagem, e sempre por meio de técnicas que se relacionavam a psicomotricidade na educação infantil e nas atividades, elas se tornavam capazes de expressarem as suas ideias e opiniões.

Além disso, percebi ainda que elas desenvolviam e amadureciam as suas habilidades motoras, desenvolvendo movimentos rítmicos de dança e fortalecimento das habilidades motoras final, o que estimulava ainda mais o aprendizado na escrita e oral.

Sendo assim, na etapa de uma educação infantil ela possuía como principal finalidade ajudar as crianças a possuírem a percepção adequada de  si própria, onde entendiam quais eram as suas reais capacidades e obstáculos, e com isso, passavam a se expressarem com uma certa liberdade, em que começavam a aprender e aperfeiçoar novas habilidades motoras.

Além disso, a influência mútua da estimulação psicomotora com o aprendizado fazia com que as crianças criassem a chance para desenvolverem as suas habilidades motoras, as quais iriam auxiliar no seu próprio conhecimento do corpo, além de terem uma movimentação mais livre e da exploração do ambiente onde estavam, tornando mais fáceis as expressões de comunicação.

Apesar das práticas de estimulação psicomotora estarem sendo atualmente deixadas de lado pelas escolas, nesse ambiente escolar que encontrei, pude perceber que os educadores possuem uma preocupação no processo de aprendizagem em relação ao fato de se restringirem as habilidades como coordenação motora, além do discernimento visual e de uma organização espacial.

Por isso, na escola, a metodologia utilizada pelos educadores não se encontra presos por aulas tradicionais em uma sala de aula, pois ali percebi que havia a comunicação das pessoas e com o local em as crianças estavam inseridas, dando mais oportunidades para que elas experimentassem outros tipos de caminhos de aprender.

Dessa forma, os educadores que encontrei possuíam o conhecimento do quanto era importante o relacionamento e o desenvolvimento da estimulação psicomotora no processo do aprendizado com práticas psicomotoras de uma educação infantil, o que faz com que tais práticas psicomotoras já fossem inseridas nas primeiras séries escolares, para posteriormente servirem como uma base para as séries seguintes.

Sendo assim, as práticas psicomotoras devem ser entendidas, assim como eu entendi, como um processo de ajuda que pode acompanhar a criança no seu próprio percurso de desenvolvimento, onde irá englobar as capacidades cognitivas, motoras e afetivas.

Normalmente, as práticas psicomotoras buscavam respeitar as potencialidades de cada uma das crianças e do seu direito no seu lugar na sociedade, onde elas podiam se expressar por meio de caminhos de interação, comunicação, expressão e criatividade, o que ajudava de uma maneira direta em relação as questões da aprendizagem.

Com isso, eu percebi que era essencial o fato dos educadores usarem as práticas psicomotoras, já que essas eram essenciais para o processo da aprendizagem das crianças, como por exemplo, no desenvolvimento do esquema corporal, da lateralidade, da orientação temporal, da estruturação espacial e da pré-escrita.

Assim, na Educação Infantil que encontrei, as práticas não eram usadas de maneira errada, o que ocorre com frequência em outras escolas, o que não causariam danos relevantes no aprendizado e no desenvolvimento psicomotor das crianças.

Dessa forma, os alunos não possuíam um desenvolvimento mal constituído quanto a probabilidade de apresentarem problemas na escrita, leitura, diferenciação e reconhecimento das letras, entre outros.

Ao notar tudo isso, o desenvolvimento motor contribuía de maneira positiva e construtiva no aprendizado da criança, o que era indispensável, onde os educadores estavam sempre atentos a fase do desenvolvimento em que as crianças se encontravam, assumindo um papel de facilitador quanto ao processo da aprendizagem, e tendo como embasamento um trabalho de respeito, afeto mútuo e confiança.

Ao notar tudo isso, fui percebendo como era essencial em um ambiente escolar a relação de ajuda que os educadores criavam com as crianças, se tornando atentos com as atitudes e as percepções deles.

É crucial para o desenvolvimento e a aprendizagem das crianças que haja então uma interação e o conhecimento dos objetos que se encontram ao seu redor.

Além de fazer o uso desses objetos em relação a si mesma e aos outros, a forma como as crianças usavam os objetos, em relação a si e aos outros, eram informativos sobre a sua forma de ser.

As sensações que as crianças possuíam naquele ambiente escolar ao atuarem com os objetos, se manifestavam em percepções, e mais tarde, em representações que lhes garantiam a chance de poderem operar com eles, associando-os, classificando-os, ordenando-os e seriando-os, o que acaba constituindo o começo da lógica matemática e do acesso à leitura e à escrita.

Vale ressaltar ainda que percebi o enorme valor afetivo que os objetos possuíam para as crianças, em que tal valor dado aos objetos apresentavam diversas informações sobre o seu desenvolvimento afetivo e emocional, além ainda da sua maturação social.

Por isso, no ambiente escolar, pode-se perceber facilmente como a interação entre os objetos e o meio social são extremamente importantes para o desenvolvimento da estimulação psicomotora das crianças, onde essas que vão para o primeiro ano escolar, na maioria das vezes, chegavam na escola chorando devido à ausência da mãe.

Além disso, essas crianças possuíam um repertório de palavras muito reduzido e com uma coordenação motora e o esquema corporal pouco desenvolvi.

No entanto, notei, que com o passar do tempo, essas crianças já interagiam com os educadores e colegas, não choravam, se encontravam com o repertório de palavras expandido com diálogos músicas.

Elas estavam ainda com um melhor desenvolvimento quanto a sua coordenação motora fina e global diante do uso das atividades que foram usadas, onde a interação da criança com o social, como o caso dos educadores da escola como os colegas, com os objetos, o uso de brincadeiras e de músicas para o desenvolvimento corporal, da relação de confiança, dos movimentos e da cognição.

Portanto, a todo momento pude notar que em um ambiente escolar, os benefícios e a enorme importância da estimulação psicomotora para o aprendizado em crianças, principalmente nas séries iniciais, onde as práticas psicomotoras orientadas pelos educadores quanto a interação ocorriam de forma correta, além de muito respeito e confiança.

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