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Se você não se dá bem com o pai do seu filho….

Se você não se dá bem com o pai do seu filho(a)….

Muitas relações podem encontrar finais não muito amigáveis, principalmente em um mundo onde a fluidez e a rapidez das interações é cada vez mais incentivada, nos casos onde as relações geram frutos, no caso, os filhos, é preciso saber gerenciar de forma correta quando você, mãe, não se dá bem com o pai do seu filho.

Infelizmente, é muito incomum ver os casos onde a separação do casal ocorreu de forma amigável e tranquila, na qual as divisões a respeito dos cuidados com a criança foram realizadas de forma igualitária e a convivência não é motivo de estresse ou desconforto, portanto, saiba que não está sozinha.

Há, entretanto, alguns passos que se pode tomar para evitar que qualquer tipo de problema entre o pai e a mãe possa de fato afetar a criança, o que deve ser a necessidade e o foco primário de qualquer pessoa que esteja nessa situação, que pode ser motivo de ansiedades e medos, mas que pode ser gerenciada.

Nesse artigo você irá conferir algumas medidas que se pode tomar quando  não se dá bem com o pai de seu filho para fazer com que as relações entre você, ele e a criança possam sempre ocorrer da maneira mais benéfica para seu filho possível, possibilitando uma infância e um crescimento saudáveis.

Entenda estratégias e dicas para gerenciar a situação ao não se dar bem com o pai de seu filho

As medidas descritas abaixo podem nortear as relações que você irá manter com o pai da criança, fazendo com que tudo possa ser gerenciado da melhor forma, evitando qualquer tipo de atrito ou de configuração que possa estar errada no relacionamento, prezando a todo e qualquer momento pelo bem de seu filho.

1 – Mantenha as relações amigáveis em frente ao seu filho(a)

você não se dá bem com o pai do seu filho

É comum que, tanto por conflito de interesses quanto por desacordos em relação à própria criação da criança e a assuntos diversos, dado que o que gerou um filho entre vocês foi uma relação amorosa, na maioria das vezes, é possível que haja uma série de assuntos não resolvidos e que podem gerar situações estressantes e até mesmo discussões: elas devem ser evitadas a todo custo.

Nunca tenha nenhum tipo de conversa agressiva, com gritos ou posturas ameaçadoras um com o outro na frente de seu filho, pois, na cabeça da criança, ela pode até mesmo achar que é a culpada pela relação desgastada e desenvolver sérios traumas que serão associados ao sentimento de culpa e da necessidade de gerenciar a relação entre os pais.

Utilize todo e qualquer momento que tiver disponível com o pai da criança sozinhos para conversar a respeito dos assuntos que se apresentam de forma conflituosa, lembrando que, também para o seu próprio bem, os atritos devem ser evitados e as posturas agressivas devem ser contidas – as mensagens por aplicativos e e-mails podem ser uma maneira de resguardar tanto a relação quanto a sua própria situação perante a criança.

2 – Saiba com quem pode contar em ambas as famílias

É possível otimizar de forma muito eficaz as relações se você não se dá bem com o pai de seu filho ao poder contar com pessoas da sua família e da família dele para gerenciarem alguma situação no caso de um imprevisto, por exemplo, quando é preciso lidar com uma emergência no trabalho ou quando a criança passar mal na escola e nenhum dos dois estiver disponível.

Lembre-se de manter um contato amigável, escolha uma pessoa em quem você confia e pode se apoiar nos casos onde estiver precisando de ajuda, e manter a relação com uma pessoa da família do pai da criança pode ser a chave para conseguir se relacionar melhor também com o próprio.

3 – Tenha discernimento à respeito da percepção da criança

É comum pensar que as crianças mais novas são pequenas demais para perceber tudo o que acontece ao seu redor, mas isso não é verdade: mesmo quando é um bebê, a criança pode perceber a mudança no tom de voz e a sensação de tensão no ambiente, por isso, evite ao máximo agir de maneira agressiva, por menor que seja a situação, na frente de seu filho.

A partir da idade de dois anos o bebê começará a ter maior percepção sobre a relação que você e o pai dele tem, portanto, mesmo que não esteja discutindo, evite, por exemplo, falar coisas negativas a respeito do pai para outras pessoas quando a criança estiver por perto e puder ouvir. Preservar uma imagem amigável a despeito das relações amorosas que podem ter ocasionado raiva e mágoas é essencial para que a criança possa ter uma infância saudável e produtiva.

4 – Nunca coloque a criança contra o próprio pai

Se você não se dá bem com o pai de seu filho porque ele foi uma pessoa ruim com você, isso pode ser evitado de alcançar a criança à medida que as relações sejam estabelecidas de modo separado.

Não atribua ao pai o mesmo comportamento que ele teve em sua relação para com a criança, e faça com que ele possa agir de maneira diferente para com o bebê para que eles tenham uma relação saudável e proveitosa. Não fique descrevendo suas mágoas e raivas para a criança, que poderá toma-las para si e desenvolver os mesmos sentimentos em relação ao pai.

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